terça-feira, 18 de agosto de 2015

PRONOME RELATIVO




PRONOME RELATIVO:  São aqueles que representam nomes já mencionados anteriormente e com os quais se relacionam. Introduzem as orações subordinadas adjetivas.

REVISÃO DO 2.º B

               VERIFICAÇÃO DE APRENDIZAGEM



1.   COMO SE CLASSIFICA A FRASE QUE CONTÉM VERBO?

2.     UMA ORAÇÃO QUE DEPENDE SINTATICAMENTE DE OUTRA ORAÇÃO É CHAMADA DE?

3.     QUAIS SÃO AS TRÊS ORAÇÕES SUBORDINADAS?

4    4. QUAL A ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA QUE VEM         ACOMPANHADA DE PONTUAÇÃO?

   5.     QUAIS AS DUAS ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS QUE VEM ACOMPANHADAS DE PREPOSIÇÃO?

6     6. QUAL A ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA  QUE TRABALHA COM VERBO DE LIGAÇÃO?

      7. COMO SE CHAMA AS PALAVRAS QUE INTRODUZEM A ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA?

8                   8. QUAL É A ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA QUE O SUJEITO SÓ PARECE NA ORAÇÃO SUBORDINADA?

9            9. QUAIS SÃO AS CONJUNÇÕES INTEGRANTES?

10.  QUEM INTRODUZ A ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA?

11.    CITE TRÊS PRONOMES RELATIVOS

12.    CLASSIFIQUE AS DUAS ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS?

13. QUAL A ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA QUE TRABALHA COM PONTUAÇÃO? 

14. QUAL ORAÇÃO SUBORDINADA ADJETIVA PARTICULARIZA UM TERMO DA ORAÇÃO PRINCIPAL?

15.A ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL TEM FUNÇÃO DE QUAL CLASSE GRAMATICAL?

16.   QUAL ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL TEM FUNÇÃO DE TEMPO? 

17.  CITE TRÊS ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS

18. AS CONJUNÇÕES SE/CASO, DESDE QUE SÃO EXEMPLOS DE QUAL ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL?

19. QUE IDEIA EXPRESSA A ORAÇÃO SUBORDINADA ADVERBIAL CONSECUTIVA?

20.  AS ORAÇÕES CONCESSIVAS, CONFORMATIVAS E COMPARATIVAS SÃO EXEMPLOS DE QUAL ORAÇÃO SUBORDINADA?

21.  QUAL A CLASSE GRAMATICAL QUE NOMEIA OS SERES EM GERAL?

22.   QUAL A CLASSE QUE CARACTERIZA O SUBSTANTIVO?

23.  QUAL A CLASSE DE PALAVRAS QUE EXPRESSA CIRCUNSTÂNCIAS DE TEMPO, MODO, AFIRMAÇÃO E NEGAÇÃO? 

24.  A PALAVRA ESTUDAMOS PERTENCE A QUE CLASSE GRAMATICAL?

25.   CHOVEU É UM EXEMPLO DE VERBO QUE EXPRESSA AÇÃO, ESTADO OU FENÔMENO DA NATUREZA?

26. OS, AS, UM, UMAS SÃO EXEMPLOS DE QUAL CLASSE DE PALAVRAS?

27.  OS ARTIGOS PODEM SER CLASSIFICADOS COMO?

    28. O LIVRO “O ESTUDANTE” FOI ESCRITO POR QUAL AUTOR?

29. QUEM SÃO OS PROTAGONISTAS DO LIVRO “O ESTUDANTE”?

30. QUAL O TEMA PRINCIPAL ABORDADO NO LIVRO “O ESTUDANTE”?

31. DOBRO, PRIMEIRO, UM SÃO EXEMPLOS DE QUAL CLASSE DE PALAVRAS?  

32. COMO CHAMAMOS A FRASE “ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA”?

33.CONTO, FÁBULA, ROMANCE SÃO EXEMPLOS DE QUE TIPOLOGIA TEXTUAL?

34. RECEITA, LISTA DE COMPRAS E MANUAL DE INSTRUÇÃO SÃO EXEMPLOS DE QUE TIPOLOGIA TEXTUAL?

35. O TEXTO QUE DESCREVE AÇÕES, PESSOAS OU AMBIENTES É CHAMADO DE?

36. A PREVISÃO DO TEMPO E O HORÓSCOPO SÃO GÊNEROS TEXTUAIS?

37. QUAL A CLASSE GRAMATICAL QUE EXPRESSA SENTIMENTOS COMO EMOÇÃO, ALEGRIA, TRISTEZA E DOR?

38.   AS PALAVRAS QUE LIGAM ORAÇÕES SÃO CHAMADAS DE?

39.  DE, COM, PARA SÃO EXEMPLOS DE QUAL CLASSE DE PALAVRA?

40. COMO CLASSIFICAMOS OS SUBSTANTIVOS PALMAS E ARAGUAÍNA?

41.   QUE TIPO DE LETRA USAMOS PARA INICIARMOS UMA FRASE?

42.     QUAIS SÃO AS PESSOAS DO VERBO?

  43. NA LÍNGUA PORTUGUESA TEMOS QUANTAS CLASSES     GRAMATICAIS?

 44. AS CONJUNÇÕES MAS, PORÉM, ENTRETANTO SÃO EXEMPLOS DE QUAL CONJUNÇÃO COORDENADA?
 


terça-feira, 14 de abril de 2015

Vídeo sobre DROGAS






O estudante/Adelaide Carraro



Dois irmãos, sempre muito unidos e amigos, entram na escola juntos. Renato sempre fora o melhor aluno da classe sempre com as maiores notas e também devido ao grande respeito que apresentava a todos os seus professores. Sempre com o objetivo de ajudar as outras pessoas, ele era muito querido por sua família, por seus colegas e pelos habitantes de uma comunidade que ele, em uma associação fundada com a ajuda de amigos do colégio Rio Negro ajudam, chamada "Eu Sou Seu Amigo". Sempre ganhava medalhas de melhor aluno e era exemplo para toda a escola.

Eles cresceram e continuaram amigos. Até que Renato faz amizade com um menino que um dia lhe oferece um suposto remédio para dor de cabeça que acaba o viciando.

Seu irmão, juntamente com um de seus professores, tentam ajudá-lo a se afastar-se desse mundo, mas tudo foi em vão. Descobre-se que Renato também trafica maconha e queria viciar Roberto e outros alunos. Indignados, decidem acabar com o mal pela raiz e denunciar a quadrilha.

Com muito esforço conseguem, mas Renato não abandona as drogas e decide se vingar. À noite vai a sua casa juntamente com seus amigos da quadrilha, e nisso tem uma discussão com o pai, no fim da discussão do dois o pai, acaba se revoltando com o estado do filho. Ele pega uma arma dentro de casa e acaba matando seu próprio filho pra acabar com esse constrangimento da sua família e de irmão só fica Roberto como filho único a única esperança da família, único filho que não se envolveu com drogas e morto pelo próprio pai, que se culpa e sua mãe entra em depressão!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

REGRA S, SS, Ç, SC

Grupo 01

a) Usa-se ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em TO:

intento = intenção
canto = canção
exceto = exceção
junto = junção

b) Usa-se ç em palavras terminadas em TENÇÃO referentes a verbos derivados de TER:

deter = detenção
reter = retenção
conter = contenção
manter = manutenção

c) Usa-se ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em TOR:

infrator = infração
trator = tração
redator = redação
setor = seção

d) Usa-se ç em palavras derivadas de vocábulos terminados em TIVO:

introspectivo = introspecção
relativo = relação
ativo = ação
intuitivo – intuição

e) Usa-se ç em palavras derivadas de verbos dos quais se retira a desinência R:

reeducar = reeducação
importar = importação
repartir = repartição
fundir = fundição

f) Usa-se ç após ditongo quando houver som de s:

eleição
traição

Grupo 02

a) Usa-se s em palavras derivadas de verbos terminados em NDER ou NDIR:

pretender = pretensão, pretensa, pretensioso
defender = defesa, defensivo
compreender = compreensão, compreensivo
repreender = repreensão
expandir = expansão
fundir = fusão
confundir = confusão

b) Usa-se s em palavras derivadas de verbos terminados em ERTER ou ERTIR:
inverter = inversão
converter = conversão
perverter = perversão
divertir = diversão

c) Usa-se s após ditongo quando houver som de z:
Creusa
coisa
maisena

d) Usa-se s em palavras terminadas em ISA, substantivos femininos:
Luísa
Heloísa
Poetisa
Profetisa

Obs: Juíza escreve-se com z, por ser o feminino de juiz, que também se escreve com z.

e) Usa-se s em palavras derivadas de verbos terminados em CORRER ou PELIR:

concorrer = concurso
discorrer = discurso
expelir = expulso, expulsão
compelir = compulsório

f) Usa-se s na conjugação dos verbos PÔR, QUERER, USAR:

ele pôs
ele quis
ele usou

g) Usa-se s em palavras terminadas em ASE, ESE, ISE, OSE:

frase
tese
crise
osmose
• Exceções: deslize e gaze.

h) Usa-se s em palavras terminadas em OSO, OSA:

horrorosa
gostoso
• Exceção: gozo

Grupo 03

a) Usa-se o sufixo indicador de diminutivo INHO com s quando esta letra fizer parte do radical da palavra de origem; com z quando a palavra de origem não tiver o radical terminado em s:

Teresa = Teresinha
Casa = casinha
Mulher = mulherzinha
Pão = pãozinho

b) Os verbos terminados em ISAR serão escritos com s quando esta letra fizer parte do radical da palavra de origem; os terminados em IZAR serão escritos com z quando a palavra de origem não tiver o radical terminado em s:

improviso = improvisar
análise = analisar
pesquisa = pesquisar
terror = aterrorizar
útil = utilizar
economia = economizar

c) As palavras terminadas em ÊS e ESA serão escritas com s quando indicarem nacionalidade, títulos ou nomes próprios; as terminadas em EZ e EZA serão escritas com z quando forem substantivos abstratos provindos de adjetivos, ou seja, quando indicarem qualidade:

Teresa
Camponês
Inglês
Embriaguez
Limpeza

Grupo 04

a) Os verbos terminados em CEDER terão palavras derivadas escritas com SS:

exceder = excesso, excessivo
conceder = concessão
proceder = processo

b) Os verbos terminados em PRIMIR terão palavras derivadas escritas com PRESS:

imprimir = impressão
deprimir = depressão
comprimir = compressa

c) Os verbos terminados em GREDIR terão palavras derivadas escritas com GRESS:

progredir = progresso
agredir = agressor, agressão, agressivo
transgredir = transgressão, transgressor

d) Os verbos terminados em METER terão palavras derivadas escritas com MISS ou MESS:

comprometer = compromisso
prometer = promessa
intrometer = intromissão
remeter = remessa

Source:
http://falabonito.wordpress.com/2006/09/...

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS


Conceitos sobre palavras primitivas e derivadas e palavras simples e compostas:



PALAVRAS PRIMITIVAS – palavras que não são formadas a partir de outras.



Exemplo: pedra, casa, paz, etc.



PALAVRAS DERIVADAS
– palavras que são formadas a partir de outras já existentes.



Exemplo: pedrada (derivada de pedra), ferreiro (derivada de ferro).



PALAVRAS SIMPLES
– são aquelas que possuem apenas um radical.



Exemplo: cidade, casa, pedra.



PALAVRAS COMPOSTAS
- são palavras que apresentam dois ou mais radicais.



Exemplo: pé-de-moleque, pernilongo, guarda-chuva.



Na língua portuguesa existem dois processos de formação de novas palavras: derivação e composição.


DERIVAÇÃO



É o processo pelo qual palavras novas (derivadas) são formadas a partir de outras que já existem (primitivas). Podem ocorrer das seguintes maneiras:



Prefixal;


Sufixal;


Parassintética;


Regressiva;

Imprópria.



PREFIXAL
– processo de derivação pelo qual é acrescido um prefixo a um radical.



Exemplo: desfazer, inútil.

SUFIXAL – processo de derivação pelo qual é acrescido um sufixo a um radical.


Exemplo: carrinho, livraria.


PARASSINTÉTICA
– processo de derivação pelo qual é acrescido um prefixo e sufixo simultaneamente ao radical.



Exemplo: anoitecer, pernoitar.



OBSERVAÇÃO : Existem palavras que apresentam prefixo e sufixo, mas não são formadas por parassíntese. Para que ocorra a parassíntese é necessários que o prefixo e o sufixo juntem-se ao radical ao mesmo tempo. Para verificar tal derivação basta retirar o prefixo ou o sufixo da palavra. Se a palavra deixar de ter sentido, então ela foi formada por derivação parassintética. Caso a palavra continue a ter sentido, mesmo com a retirada do prefixo ou do sufixo, ela terá sido formada por derivação prefixal e sufixal.



REGRESSIVA - processo de derivação em que são formados substantivos a partir de verbos.



Exemplo: Ninguém justificou o atraso. (do verbo atrasar)

O debate foi longo. (do verbo debater)



IMPRÓPRIA
- processo de derivação que consiste na mudança de classe gramatical da palavra sem que sua forma se altere.



Exemplo: O jantar estava ótimo


COMPOSIÇÃO



É o processo pelo qual a palavra é formada pela junção de dois ou mais radicais. A composição pode ocorrer de duas formas:



JUSTAPOSIÇÃO e AGLUTINAÇÃO




JUSTAPOSIÇÃO
– quando não há alteração nas palavras e continua a serem faladas (escritas) da mesma forma como eram antes da composição.



Exemplo: girassol (gira + sol), pé-de-moleque (pé + de + moleque)



AGLUTINAÇÃO
– quando há alteração em pelo menos uma das palavras seja na grafia ou na pronúncia.



Exemplo: planalto (plano + alto)



Além da derivação e da composição existem outros tipos de formação de palavras que são hibridismo, abreviação e onomatopéia.


ABREVIAÇÃO OU REDUÇÃO




É a forma reduzida apresentada por algumas palavras:



Exemplo: auto (automóvel), quilo (quilograma), moto (motocicleta).


HIBRIDISMO



É a formação de palavras a partir da junção de elementos de idiomas diferentes.



Exemplo: automóvel (auto – grego + móvel – latim), burocracia (buro – francês + cracia – grego).


ONOMATOPÉIA




Consiste na criação de palavras através da tentativa de imitar vozes ou sons da natureza.



Exemplo: fonfom, cocoricó, tique-taque, boom!.



OBS: A estrutura das palavras contém o radical (elemento estrutural básico), afixos (elementos que se juntam ao radical para formação de novas palavras – PREFIXO e SUFIXO), as desinências (nominais – indicam gênero e número e verbais – indicam pessoa, modo, tempo e número dos verbos), a vogal temática (que indicam a conjugação do verbo – a, e, i) e o tema que é a junção do radical com a vogal temática. Já no processo de formação das palavras temos a derivação, subdividida em prefixal, sufixal, parassíntese, regressiva e imprópria e a composição que se subdivide em justaposição e aglutinação. Além desses dois processos temos o hibridismo, a onomatopéia e a abreviação como processos secundários na formação das palavras.

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS

Conceitos básicos:

Observe as seguintes palavras:

escol-a
escol-ar
escol-arização
escol-arizar
sub-escol-arização

Observando-as, percebemos que há um elemento comum a todas elas: a forma escol-. Além disso, em todas há elementos destacáveis, responsáveis por algum detalhe de significação. Compare, por exemplo, escola e escolar: partindo de escola, formou-se escolar pelo acréscimo do elemento destacável -ar.

Por meio desse trabalho de comparação entre as diversas palavras que selecionamos, podemos depreender a existência de diferentes elementos formadores. Cada um desses elementos formadores é uma unidade mínima de significação, um elemento significativo indecomponível, a que damos o nome de morfema.

Classificação dos morfemas:

Radical

Há um morfema comum a todas as palavras que estamos analisando: escol-. É esse morfema comum – o radical – que faz com que as consideremos palavras de uma mesma família de significação – os cognatos. O radical é a parte da palavra responsável por sua significação principal.

Afixos


Como vimos, o acréscimo do morfema –ar cria uma nova palavra a partir de escola. De maneira semelhante, o acréscimo dos morfemas sub- e –arização à forma escol- criou subescolarização. Esses morfemas recebem o nome de afixos.
Quando são colocados antes do radical, como acontece com sub-, os afixos recebem o nome de prefixos. Quando, como –arização, surgem depois do radical os afixos são chamados de sufixos. Prefixos e sufixos, além de operar mudança de classe gramatical, são capazes de introduzir modificações de significado no radical a que são acrescentados.

Desinências


Quando se conjuga o verbo amar, obtêm-se formas como amava, amavas, amava, amávamos, amáveis, amavam. Essas modificações ocorrem à medida que o verbo vai sendo flexionado em número (singular e plural) e pessoa (primeira, segunda ou terceira). Também ocorrem se modificarmos o tempo e o modo do verbo (amava, amara, amasse, por exemplo).

Podemos concluir, assim, que existem morfemas que indicam as flexões das palavras. Esses morfemas sempre surgem no fim das palavras variáveis e recebem o nome de desinências. Há desinências nominais e desinências verbais.

• Desinências nominais: indicam o gênero e o número dos nomes. Para a indicação de gênero, o português costuma opor as desinências -o/-a:
garoto/garota; menino/menina

Para a indicação de número, costuma-se utilizar o morfema –s, que indica o plural em oposição à ausência de morfema, que indica o singular: garoto/garotos; garota/garotas; menino/meninos; menina/meninas.
No caso dos nomes terminados em –r e –z, a desinência de plural assume a forma -es: mar/mares; revólver/revólveres; cruz/cruzes.

• Desinências verbais: em nossa língua, as desinências verbais pertencem a dois tipos distintos. Há aqueles que indicam o modo e o tempo (desinências modo-temporais) e aquelas que indicam o número e a pessoa dos verbos (desinência número-pessoais):




cant-á-va-mos


cant-á-sse-is

cant: radical


cant:
radical

-á-: vogal temática


-á-: vogal temática

-va-: desinência modo-temporal (caracteriza o pretérito imperfeito do indicativo)


-sse-:desinência modo-temporal (caracteriza o pretérito imperfeito do subjuntivo)

-mos: desinência número-pessoal (caracteriza a primeira pessoa do plural)


-is: desinência número-pessoal (caracteriza a segunda pessoa do plural)



Vogal temática

Observe que, entre o radical cant- e as desinências verbais, surge sempre o morfema –a.
Esse morfema, que liga o radical às desinências, é chamado de vogal temática. Sua função é ligar-se ao radical, constituindo o chamado tema. É ao tema (radical + vogal temática) que se acrescentam as desinências. Tanto os verbos como os nomes apresentam vogais temáticas.

• Vogais temáticas nominais: São -a, -e, e -o, quando átonas finais, como em mesa, artista, busca, perda, escola, triste, base, combate. Nesses casos, não poderíamos pensar que essas terminações são desinências indicadoras de gênero, pois a mesa, escola, por exemplo, não sofrem esse tipo de flexão. É a essas vogais temáticas que se liga a desinência indicadora de plural: mesa-s, escola-s, perda-s. Os nomes terminados em vogais tônicas (sofá, café, cipó, caqui, por exemplo) não apresentam vogal temática.

• Vogais temáticas verbais: São -a, -e e -i, que caracterizam três grupos de verbos a que se dá o nome de conjugações. Assim, os verbos cuja vogal temática é -a pertencem à primeira conjugação; aqueles cuja vogal temática é -e pertencem à segunda conjugação e os que têm vogal temática -i pertencem à terceira conjugação.




primeira conjugação


segunda conjugação


terceira conjugação

govern-a-va


estabelec-e-sse


defin-i-ra

atac-a-va


cr-e-ra


imped-i-sse

realiz-a-sse


mex-e-rá


ag-i-mos



Vogal ou consoante de ligação


As vogais ou consoantes de ligação são morfemas que surgem por motivos eufônicos, ou seja, para facilitar ou mesmo possibilitar a leitura de uma determinada palavra. Temos um exemplo de vogal de ligação na palavra escolaridade: o -i- entre os sufixos -ar- e -dade facilita a emissão vocal da palavra. Outros exemplos: gasômetro, alvinegro, tecnocracia, paulada, cafeteira, chaleira, tricota.

Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura
Equipe Brasil Escola